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25 frases do Guia do Mochileiro das Galáxias – Feliz dia da Toalha!

E chegou o grande dia mochileiros, o dia de homenagear a fantástica trilogia de cinco e seu criador, Douglas Noel Adams!

O Pangalácticos, que possui este lindo nome inspirado no Guia do Mochileiro das Galáxias  não podia ficar de fora dessa, então pegue a sua toalha e celebre este dia!

Dia da toalha

Pra quem não conhece, o dia da toalha começou a ser comemorado em 2001 como forma de homenagear Douglas Adams, o lendário autor do Guia. Desde então, todos os anos milhares de nerds saem de casa com as suas toalhas e passam o dia inteiro com elas.

A toalha em si foi escolhida como forma de homenagem devida a sua importância para os mochileiros, Adams se utilizou de uma página inteira apenas para falar dela.

E para celebrar, separamos 25 momentos em que o Guia do Mochileiro das Galáxias  te ensinou algo e que sem dúvida mostram toda a genialidade de Douglas Adams!

O Guia te ensinou muito sobre a vida, o universo e tudo mais…

No início, o Universo foi criado. Isso irritou profundamente muitas pessoas e, no geral foi encarado como uma péssima ideia.

Tudo o que você precisará quando o universo acabar é de uma toalha.

Existe uma teoria que diz que, se um dia alguém descobrir exatamente para que serve o Universo e por que ele está aqui, ele desaparecerá instantaneamente e será substituído por algo ainda mais estranho e inexplicável. Existe uma segunda teoria que diz que isso já aconteceu.

O Universo, como já foi dito anteriormente, é um lugar desconcertantemente grande, um fato que, para continuar levando uma vida tranquila, a maioria das pessoas tende a ignorar.

Ah, a vida – disse Marvin, lúgubre – Pode-se odiá-la ou ignora-la, mas é impossível gostar dela

A tecnologia para tornar algo invisível é tão infinitamente complexa que, é muito mais simples e eficaz remover a coisa e esquecer o assunto.

Por que as pessoas nascem? Por que elas morrem? Por que elas passam um tempo tão grande entre o nascimento e a morte usando relógios digitais?

O efeito de beber a Dinamite Pangaláctica é o de ter o cérebro esmagado por uma fatia de limão embrulhada em uma enorme barra de ouro.

A história de todas as grandes civilizações galácticas tende a atravessar três fases distintas e identificáveis – as da sobrevivência, da interrogação e da sofisticação, também conhecidas como as fases do como, do porquê e do onde. Por exemplo, a primeira fase é caracterizada pela pergunta: Como vamos poder comer? A segunda, pela pergunta: Por que comemos? E a terceira, pela pergunta: Aonde vamos almoçar?

…te deu conselhos valiosos…

Amor: muito doloroso. Evite, se possível.

Jamais, em hipótese alguma, deixe um Vogon ler poesias para você.

O Guia tinha alguns conselhos a respeito de porres:
– Vá fundo – dizia o texto – e boa sorte.

…te mostrou a importância de se ter prioridades e nunca entrar em pânico…

Seis canecas de cerveja. E depressa, por favor. O mundo está prestes à acabar.

O Guia do Mochileiro das Galáxias já substituiu a grande Enciclopédia Galáctica. Em primeiro lugar, é ligeiramente mais barato; em segundo lugar, traz na capa, em letras garrafais e amigáveis, a frase NÃO ENTRE EM PÂNICO

…fez você refletir sobre o tempo…

O tempo é uma ilusão. A hora do almoço é uma ilusão maior ainda.

Um dos maiores problemas encontrados em viajar no tempo não é vir a se tornar acidentalmente seu próprio pai ou mãe. Não há nenhum problema em tornar-se seu próprio pai ou mãe com que uma família de mente aberta e bem ajustada não possa lidar. Também não há nenhum problema em relação a mudar o curso da história – o curso da história não muda porque todas as peças se juntam como num quebra-cabeça. Todas as mudanças importantes já ocorreram antes das coisas que deveriam mudar e tudo se resolve no final. O problema maior é simplesmente gramatical.

…lhe contou a verdade sobre nós…

Se os seres humanos não ficarem constantemente usando os seus lábios – pensou ele -, eles grudam e não abrem mais. Após pensar e observar por alguns meses, abandonou essa teoria em favor de outra: se eles não ficarem constantemente exercitando seus lábios – pensou ele -, seus cérebros começam a funcionar.

É um fato bem conhecido que todos os que querem governar as outras pessoas são, por isso mesmo, os menos indicados para isso.

O campo de Problema de Outra Pessoa é muito mais simples e mais eficaz. (…) Isso porque ele conta com a tendência natural das pessoas de não verem nada que não querem, que não estão esperando ou que não podem explicar.

Tudo o que você vê, ouve ou vivencia de qualquer jeito que seja é específico para você. Você cria um universo ao percebê-lo, então tudo no universo que percebe é específico para você.

Você não pode ver o que eu vejo porque vê o que você vê. Não pode saber o que sei por que sabe o que você sabe. O que vejo e o que sei não podem ser acrescentados ao que você vê e ao que você sabe por que são coisas diferentes. Também não podem substituir o que você vê e o que você sabe por que isso seria substituir você mesmo.

Quando vocês souberem qual é exatamente a pergunta, vocês saberão o que significa a resposta.

ATÉ MAIS E OBRIGADO PELOS PEIXES!

Sobre Renan

Padawan na empresa vida. Apreciador de fantasia e ficção científica, campuseiro, mestre Pokémon (quem dera), feeder no League of Legends e torcedor do Sport Club Corinthians Paulista.

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